BabyLiss: O Fim da Escravidão

BabyLiss: O Fim da Escravidão

BabyLiss: O Fim da Escravidão. Neandro Ferreirahairdesigner com experiência de mais de 30 anos na Europa afia as tesouras e decreta: o babyliss está morto!  “Já venho apostando no estilo mais natural e agora, no pós-quarentena, as mulheres entenderam a necessidade e a praticidade de um corte WASH&GO”.

Não tem mais sentido passar horas “se arrumando” num salão, ou mesmo na frente do espelho em casa.  O corte, feito com técnicas precisas, liberta as mulheres dos penteados efêmeros, cheios de produtos e que só duram até a próxima lavagem, escova, ou o próprio babyliss.

Neandro recomenda cortes com movimento, executados na técnica da geometria, embasados na eternamente contemporânea Academia Vidal Sassoon, que por sua vez mirava na Bauhaus como concepção estética e inspiração maior.

Veja também Pulseira controla efeitos da diabetes, pressão alta

BabyLiss: O Fim da Escravidão
BabyLiss: O Fim da Escravidão

Neste contexto, o “cabelo de sereia da Disney” soa tão distante da realidade atual quanto a ditadura dos ultra alisamentos – chapinhas, progressivas e afins – que destruíam os cabelos e a identidade das mulheres até pouco tempo atrás.

BabyLiss: O Fim da Escravidão

Na coleção que acaba de lançar junto a seu hubby em São Paulo, o Studio Lorena, ele apresenta alguns estilos em alta como o Bob – o novo channel –, o Pixie, mais conhecido no Brasil pela alcunha machista de Joãozinho, além da sua versão para cortes que libertam cacheados e cabelos afros da dinastia da inspiração europeia.

Tanto Neandro Ferreira quanto Fernanda Queiróz, sócia do Studio Lorena, acreditam que o longo período de reclusão imposto pela pandemia inverteu valores, trouxe novas necessidades e vontades. Com a chegada da primavera e a retomada das atividades o mercado de beleza aposta na renovação.

BabyLiss: O Fim da Escravidão

BabyLiss: O Fim da Escravidão

“Eu diria que um novo corte de cabelo ganha o status simbólico da materialização da leveza e alegria, tão necessárias para esta fase”, “Novos tempos pedem novos cortes”, complementa Neandro”.

Fonte Vicente Negrão Assessoria de Imprensa – Fotos: Divulgação / Arquivo